Estratégias de ensino presentes em investigações sobre interações discursivas: panoramas e reflexões na aprendizagem de Química Orgânica
DOI:
https://doi.org/10.22600/1518-8795.ienci/2026v31n3p25Palabras clave:
compostos orgânicos, discurso em sala de aula, planejamento didático-pedagógicoResumen
O ensino de Química Orgânica demanda a compreensão de conceitos abstratos, da linguagem específica da área e da interpretação de representações visuais. Diante dessa complexidade, torna-se fundamental a adoção de estratégias de ensino diversificadas para o ensino dos conteúdos em sala de aula. Nesse contexto, este artigo tem como objetivo discutir, a partir de pesquisas que analisam as interações discursivas em aulas de Química Orgânica, as estratégias de ensino mobilizadas, bem como suas potencialidades e limitações. Para compreender tendências e perspectivas relacionadas à adoção desses elementos de ensino, realizou-se uma revisão sistemática de literatura, orientada pelas etapas propostas por Costa e Zoltowski (2014). O corpus de análise foi constituído por 55 estudos, publicados entre 2015 e 2024, provenientes de diferentes bases de dados. Os resultados evidenciam a presença de variadas estratégias de ensino, com destaque para as aulas expositivas e a experimentação. Contudo, observou-se o uso de termos relacionados ao planejamento didático-pedagógico sem definições claras ou distinções conceituais consistentes, além da utilização de definições imprecisas e de expressões distintas para determinadas estratégias de ensino. Ademais, os estudos apontam potencialidades e desafios que demonstram como esses elementos são condicionados pelas concepções intencionais e planejadas dos/as docentes.Referencias
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