Epistemologías fuera del margen en la Educación y en la Enseñanza de las Ciencias: metaanálisis y análisis discursivo de publicaciones brasileñas entre 2015 y 2025
DOI:
https://doi.org/10.22600/1518-8795.ienci/2026v31n3p130Palabras clave:
Análisis de contenido, Enseñanza de las ciencias, Epistemologías fuera del margen, Epistemología del SurResumen
Este estudio parte de la comprensión de las epistemologías fuera del margen, o epistemologías del Sur, como modos de producción de conocimiento que emergen en contextos históricamente subalternizados y que cuestionan la centralidad del pensamiento eurocéntrico, afirmando la pluralidad epistémica, la interculturalidad y la justicia cognitiva y social. En el campo educativo, tales epistemologías han sido movilizadas como herramientas críticas para repensar la ciencia, la enseñanza y los procesos formativos. Con este horizonte teórico, la investigación se desarrolló en dos fases. En la primera, se realizó un metaanálisis de 92 artículos publicados entre 2015 y marzo de 2025 en revistas brasileñas indexadas en el Portal de Periódicos de la Capes, seleccionados a partir de las palabras clave “epistemología del Sur” y “educación”. Los textos fueron analizados con base en títulos, palabras clave y resúmenes, y organizados en tres ejes temáticos: ciencias exactas, ciencias humanas y enseñanza/pedagogía. El análisis textual se llevó a cabo con el software IRaMuTeQ, utilizando procedimientos de análisis lexicográfico, análisis factorial de correspondencias, clasificación jerárquica descendente, análisis de similitud y nube de palabras. En la segunda fase, se seleccionaron diez artículos específicamente orientados a la enseñanza de las ciencias y se sometieron a un análisis de contenido y a un análisis del discurso inspirado en la perspectiva foucaultiana. Los resultados evidencian formaciones discursivas críticas frente a los marcos hegemónicos, que valorizan saberes decoloniales, indígenas, africanos, orientales y feministas. El estudio contribuye al mapear cómo estas epistemologías han sido movilizadas en la enseñanza de las ciencias, señalando sus límites, potencialidades y efectos en la producción de otros modos de pensar la ciencia y la educación.Referencias
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