Los conceptos de tecnología en los proyectos pedagógicos de los cursos de física de pregrado en las universidades estatales de São Paulo.

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22600/1518-8795.ienci/2026v31n3p370

Palabras clave:

Clasificación Mitcham, Plan de estudios, Enseñanza de Física, Universidades del Estado de São Paulo

Resumen

Este estudio analizó las concepciones de tecnología presentes en los Proyectos Pedagógicos de los cursos de pregrado de Física en las Universidades Estatales de São Paulo, con especial atención a las Tecnologías de la Información y la Comunicación (TIC). La técnica de investigación empleada fue el Análisis Documental, basado en la clasificación de tecnología de Carl Mitcham. El objetivo fue comprender bajo qué perspectivas conceptuales se manifiesta la presencia de tecnologías en los documentos analizados, considerando las cuatro formas en que la tecnología se presenta: Artefacto, Conocimiento, Actividad y Voluntad, según la clasificación propuesta por Mitcham. Se identificaron pocos indicios de directrices pedagógicas orientadas a la reflexión crítica que contemplaran el uso y la creación de nuevas tecnologías. El análisis también indica un predominio de concepciones instrumentales de la tecnología en los PPC investigados, especialmente asociadas a la tecnología como artefacto, tal como la describe la clasificación de Mitcham.

Biografía del autor/a

  • Guilherme Stecca Marcom, Universidade Estadual de Campinas - Unicamp
    Sou graduado em Licenciatura em Física, Matemática e Pedagogia. Mestrado e Doutorado em Ensino de Ciências e Matemática pelo Programa de Pós Graduação Multiunidades em Ensino de Ciência e Matemática (PECIM), da UNICAMP, com projetos na área de avaliação em larga escala, variáveis socioeconômicas, políticas públicas, indicadores formativos, Ensino de Física e psicometria.Sou professor do Departamento de Física Aplicada do Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW/UNICAMP).  Realizei Pós-doutorado no Department of Mathematics and Mathematical Education (Faculty of Education, Charles University, Praga/República Tcheca). E atuei como Colaborador do grupo de Avaliação e Rendimento na área de Ciências da Natureza no Instituto Vasco de Evaluación y Investigación Educativa (Bilbao/País Basco/Espanha), durante estágio de doutorado.Fui professor efetivo da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo,  atuando em diferentes cargos dentro da secretaria. Trabalhei como Professor Especialista em Currículo - Física, na Diretoria de Ensino Campinas Oeste - Secretaria de Estado do Estado de São Paulo, Atuei com professor em universidades privadas.

Referencias

Almeida, F., & Silva, M. da G. M. (2014). O Currículo como Direito e a Cultura Digital. E-curriculum, 12(2), 1233-1247. https://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/view/20229

Borges, O. (2006). Formação inicial de professores de Física: formar mais! Formar melhor! Rev. Bras. Ensino Fís., 28(2), 135-142. http://doi.org/10.1590/S0102-47442006000200003

Bunge, M. (1985). Treatise on basic philosophy: Philosophy of science and technology. D. Reidel Publishing Company.

Brasil. Ministério da Educação. (2018). Base Nacional Comum Curricular. https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempo-integral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf

Brasil. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno. (2024). Resolução cne/cp nº 1, de 2 de janeiro de 2024. https://www.gov.br/mec/pt-br/cne/pdf/resolucoes-do-cne/cp/2024/rcp001_24.pdf

Cruz Guedes, G. T., & Leonel, A. A. (2020). A integração das tecnologias da informação e comunicação na formação docente em física nos institutos federais do estado do Rio Grande do Sul. Research, Society and Development, 9(4). https://doi.org/10.33448/rsd-v9i4.2838

Cupani, A. (2004). A tecnologia como problema filosófico: Três enfoques. Scientiae Studia, 2(4), 493–518. https://www.scielo.br/j/ss/a/n3cCz6JTQch58cvbmKJjRnN/?format=pdf&lang=pt

Demo, P. (2010). Educar pela pesquisa. Autores Associados.

Feenberg, A. (1991). Critical theory of technology. Oxford University Press.

Feenberg, A. (2004). Teoria crítica da tecnologia. Colóquio Internacional “Teoria Crítica e Educação”. https://www.researchgate.net/publication/262603833_Teoria_Critica_da_Tecnologia

Lima Junior, E. B., Oliveira, G. S. de, Santos, A. C. O. dos, & Schnekenberg, G. F. (2021). Análise documental como percurso metodológico na pesquisa qualitativa. Cadernos da FUCAMP, 20(44), 36–51. https://revistas.fucamp.edu.br/index.php/cadernos/article/view/2356

Lucena, S. (2016). Culturas digitais e tecnologias móveis na educação. Educar em Revista, (59), 277-290. https://doi.org/10.1590/0104-4060.43689

Maia, D., & Barreto, M. (2022). Tecnologias digitais na educação: uma análise das políticas públicas brasileiras. Educação, formação & tecnologias, 5(1), 47–61. https://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/125

Magrani, E. (2018). A internet das coisas. FGV Editora.

Martins, R. B. (2010). Professores formadores e as relações entre ciência, tecnologia e sociedade na licenciatura em física [Dissertação (Mestrado), Universidade Federal do Paraná]. https://acervodigital.ufpr.br/xmlui/bitstream/handle/1884/36345/R%20-%20D%20-%20RODRIGO%20BRAZ%20MARTINS.pdf

Mitcham, C. (1994). Thinking through technology: The path between engineering and philosophy. The University of Chicago Press.

Moreira, M. A. (2018). Uma análise crítica do ensino de Física. Estudos Avançados, 32(94), 73–80. http://doi.org/10.1590/s0103-40142018.3294.0006.

Moreira, M. A. (2021). Desafios no ensino da física. Revista Brasileira de Ensino de Física, 43, e20200451. https://doi.org/10.1590/1806-9126-RBEF-2020-0451

Pinto, A. V. (2005). O conceito de tecnologia. Contraponto.

Rodrigues, I. R. S. (2021). Educação em ciências na cultura digital: Dos PPC às compreensões de licenciandos(as) sobre integração curricular das tecnologias. [Dissertação (Mestrado), Universidade Federal de Itajubá]. https://repositorio.unifei.edu.br/jspui/bitstream/123456789/2373/1/Disserta%C3%A7%C3%A3o_2021088.pdf

Sá-Silva, J. R., Almeida, C. D. de, & Guindani, J. F. (2009). Pesquisa documental: pistas teóricas e metodológicas. Revista Brasileira De História & Ciências Sociais, 1(1), 1-15. https://doi.org/10.63595/rbhcs.v1i1.10351

Universidade Virtual do Estado de São Paulo. (2024). Univesp em números – 2024. https://univesp.br/sites/58f6506869226e9479d38201/assets/67d865b47c1bd16d8aa158f0/Univesp_em_N_meros_2024.pdf

Universidade de São Paulo, Instituto de Física. (2018). Projeto político-pedagógico do curso de licenciatura em física. CoC-Licenciatura. https://portal.if.usp.br/coclic/sites/portal.if.usp.br.coclic/files/PPP-LIC-IFUSP-2018.pdf

Universidade de São Paulo, Instituto de Física de São Carlos. (2024). Graduação IFSC USP: Projeto pedagógico da licenciatura em ciências exatas. https://www2.ifsc.usp.br/graduacao/wp-content/uploads/2025/02/2024_ProjetoPedagogico_LCienciasExatas_Atualizado.pdf

Valente, J. A.; Almeida, M. E. B. de. (2020). Brazilian technology policies in education: History and lessons learned. Education Policy Analysis Archives, 28(94), 1-35. http://doi.org/10.14507/epaa.28.4295.

Veraszto, E. V., Silva, D. da, Miranda, N. A., & Simon, F. O. (2009). Tecnologia: buscando uma definição para o conceito. PRISMA.COM, (8), 19–46. https://ojs.letras.up.pt/index.php/prismacom/article/view/2065

Veloso, M. S. O., & Serrano, A. (2022). Um olhar meticuloso das disciplinas experimentais dos cursos de física à distância. Revista Brasileira de Ensino de Ciência e Tecnologia, 11(3), 386–407. https://periodicos.utfpr.edu.br/rbect/article/view/4989

Publicado

2026-10-30

Cómo citar

Rodrigues Rosa do Nascimento, E., & Stecca Marcom, G. (2026). Los conceptos de tecnología en los proyectos pedagógicos de los cursos de física de pregrado en las universidades estatales de São Paulo. Investigaciones En Enseñanza De Las Ciencias, 31(3), 370-386. https://doi.org/10.22600/1518-8795.ienci/2026v31n3p370