For a Pluriscientific Literacy in Science Teaching beyond Hegemonic Epistemology
DOI:
https://doi.org/10.22600/1518-8795.ienci/2026v31n1p433Keywords:
Indigenous Sciences, Nature of Science, Science Education, DecolonialityAbstract
In this article, we propose the notion of “Pluriscientific Literacy” as an educational practice for science teaching, with and from scientific plurality – that is, one that does not ignore the sciences of traditional peoples, but, on the contrary, values them. For this purpose, we appropriate the method of creating and telling stories to decolonize science teaching methodologies. We justify this proposal by revisiting the history of Euro-American ethnoscience; we discuss how colonial invasions were decisive for the establishment of a modern science associated with physical and epistemological violence against indigenous peoples; and we show how science education corroborates this vector of obliteration, including Brazilian educational documents and the didactic dimension of Scientific Literacy itself. With this, we reframe Miriam Krasilchik's historical overview of science education and reality in the “world.” We then describe aspects of Indigenous sciences from various peoples of Brazil and Latin America in their different contexts: original, intercultural, in Indigenous universities, and in autonomous territories. In all of them, a methodological pluralism and a direct concern for the survival of beings are evident. Starting from these imperatives, we propose principles for the construction of a Pluriscientific Literacy in the classroom.References
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